sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Brasil, o grande garimpo para corporações


Sebastião Pinheiro*

Senado é uma assembleia deliberativa; com função de avaliar e ponderar atos promulgados por outra inferior e deriva da forma de organização social em que os poderes legislativos ou consultivos estavam restritos aos homens mais velhos (conselho de anciãos).

Em frente ao Palácio do Planalto o Digníssimo Sr. Presidente subiu a um caixote e disse que os garimpeiros foram muitos felizes durante a ditadura do General Figueiredo. Foi aplaudido por uma claque, contudo sem idade, história ou ponderação que a idade traz. Não houve um conselho de anciãos em Serra Pelada, somente o Major Curió...

Fui obrigado a estudar, na wikipedia. O site do Banco Central do Brasil tem uma página sobre o Garimpo de Serra Pelada, localizado no em Marabá no Sul do Estado do Pará com coordenadas: 05° 66’ 19" de latitude sul e 49° 39’ 55" de longitude oeste.


Nele não consta que a mina é fruto do Projeto RADAM que escaneou a Amazônia na década de 60. 

Tive a oportunidade de viajar do Arquipélago das Canárias, onde fui visitar dois velhos amigos de coração: El Teide e Cumbre Vieja. Na viagem conheci um professor de geologia aposentado da USP e da UFMG. Ele participou junto com os yankees da prospecção, cubagem da reserva de ouro. Afirmou que no meio da mata ele e todos os técnicos foram cumprimentados por David Rockefeller (que ele chamou de velho, para mim velho era o John Davisson, ou John Deere) que baixou de um helicóptero de grande tamanho e não nacional. Asseverou não poder imaginar de onde ele tinha vindo...

Lembrei do capitão Chandler do exército norte-americano morto em 1944 por indígenas enquanto pesquisava reservas de Tantalita e Columbita, muito importantes a partir de 1956 para construção de foguetes e satélites artificiais. Não ignorem que a bomba atômica "Little Boy" lançada sobre Hiroshima tinha boa parte feita com Monazita de Guarapari (Fosfato de Urânio) .

A invasão de Serra Pelada foi um "vazamento Social" que impediu o que a estatal Vale do Rio Doce concedesse a Mina (Morro da Babilônia I e Babilônia II) ao Grupo Financeiro de Rockefeller.



O Banco Central comprou a pepita de 62,1 Kgs que na época era chamada de "Democracia" e toda a produção que ultrapassou as 58 toneladas de ouro, que continha uma impureza de alto valor, mas não comprada no ato, mas promitente no futuro..



O Paládio, elemento do grupo da Platina ocorre junto aos ouros: No "Amarelo" de 1 a 2%; "Ouro Fino" de 6 a 7% e o "Ouro Bombril", com teores superiores a 9% de Paládio.
A claque levada à frente do Palácio do Planalto para aplaudir o externado pelo presidente desconhece um dos crimes da Ditadura: o Roubo do Paládio, que vitimou a todos que nela trabalharam, entre eles seu genitor. O Paládio foi vendido à França e usado no seu projeto nuclear de Bomba H testadas em Mururoa no Pacífico Sul.

O tempo passou, o Brasil continua um grande garimpo para corporações, políticos e pobres, onde há muitas favelas de "blefados", onde "melexetes" sobrevivem em "Favelas do Curió". Ha outros garimpeiros, não faíscam ouro, nem diamantes, mas seres humanos do Estado ausente. 

"Bamburrados" constroem templos de arrecadação e viajam com passaportes diplomáticos para evitar inconvenientes em Paris, Londres ou Flórida escondendo sua origem.
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*Engenheiro agrônomo e florestal, ambientalista e escritor

sábado, 7 de setembro de 2019

"Se a terra morrer, se nossa Terra morrer, nenhum de nós será capaz de viver"




Via Sebastião Pinheiro*

"Pela entrevista no The Guardian o Cacique Caiapó merece o Premio Nobel. Leia com atenção:"

"Por muitos anos, nós, os líderes indígenas e os povos da Amazônia, temos avisado vocês, nossos irmãos que causaram tantos danos às nossas florestas. O que você está fazendo mudará o mundo inteiro e destruirá nossa casa – e destruirá sua casa também.

Temos deixado de lado nossa história dividida para nos unirmos. Apenas uma geração atrás, muitos de nossos povos estavam lutando entre si, mas agora estamos juntos, lutando juntos contra nosso inimigo comum. E esse inimigo comum é você, os povos não-indígenas que invadiram nossas terras e agora estão queimando até mesmo aquelas pequenas partes das florestas onde vivemos que você deixou para nós. O presidente Bolsonaro do Brasil está incentivando os proprietários de fazendas perto de nossas terras a limpar a floresta – e ele não está fazendo nada para impedir que invadam nosso território.

Pedimos que você pare o que está fazendo, pare a destruição, pare o seu ataque aos espíritos da Terra. Quando você corta as árvores, agride os espíritos de nossos ancestrais. Quando você procura minerais, empala o coração da Terra. E quando você derrama venenos na terra e nos rios – produtos químicos da agricultura e mercúrio das minas de ouro – você enfraquece os espíritos, as plantas, os animais e a própria terra. Quando você enfraquece a terra assim, ela começa a morrer. Se a terra morrer, se nossa Terra morrer, nenhum de nós será capaz de viver, e todos nós também morreremos.

Por que você faz isso? Você diz que é para desenvolvimento – mas que tipo de desenvolvimento tira a riqueza da floresta e a substitui por apenas um tipo de planta ou um tipo de animal? Onde os espíritos nos deram tudo o que precisávamos para uma vida feliz – toda a nossa comida, nossas casas, nossos remédios – agora só há soja ou gado. Para quem é esse desenvolvimento? Apenas algumas pessoas vivem nas terras agrícolas; eles não podem apoiar muitas pessoas e são estéreis.

Você destrói nossas terras, envenena o planeta e semeia a morte, porque está perdido. E logo será tarde demais para mudar

Então, por que você faz isso? Podemos ver que é para que alguns de vocês possam obter uma grande quantia de dinheiro. Na língua Kayapó, chamamos seu dinheiro de piu caprim, “folhas tristes”, porque é uma coisa morta e inútil, e traz apenas danos e tristeza.

Quando seu dinheiro entra em nossas comunidades, muitas vezes causa grandes problemas, separando nosso pessoal. E podemos ver que faz o mesmo em suas cidades, onde o que você chama de gente rica vive isolado de todos os outros, com medo de que outras pessoas venham tirar seu piu caprim. Enquanto isso, outras pessoas passam fome ou vivem na miséria porque não têm dinheiro suficiente para conseguir comida para si e para seus filhos.

Mas essas pessoas ricas vão morrer, como todos nós vamos morrer. E quando seus espíritos forem separados de seus corpos, seus espíritos ficarão tristes e vão sofrer, porque enquanto vivos fizeram com que muitas outras pessoas sofressem em vez de ajudá-las, em vez de garantir que todos os outros tenham o suficiente para comer, antes de alimentar a si próprio, como é o nosso caminho, o caminho dos Kayapó, o caminho dos povos indígenas.

Você tem que mudar a sua maneira de viver porque está perdido, você se perdeu. Onde você está indo é apenas o caminho da destruição e da morte. Para viver, você deve respeitar o mundo, as árvores, as plantas, os animais, os rios e até a própria terra. Porque todas essas coisas têm espíritos, todas elas são espíritos, e sem os espíritos a Terra morrerá, a chuva irá parar e as plantas alimentares murcharão e morrerão também.

Todos nós respiramos esse ar, todos bebemos a mesma água. Vivemos neste planeta. Precisamos proteger a Terra. Se não o fizermos, os grandes ventos virão e destruirão a floresta.

Então você sentirá o medo que nós sentimos."

Raoni Metuktire é ambientalista e chefe do povo indígena Kayapó"

"Sem nenhuma dúvida merece o Premio Nobel da Paz."
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*Engenheiro Agrônomo e Florestal, ambientalista e escritor

Lula: "Quem está tocando fogo na Amazônia são os milicianos do Bolsonaro"

Entrevista memorável para quem quer enxergar e entender a trama política que se armou e se opera

"Mino Carta e Sergio Lirio, diretor de redação e redator-chefe de #CartaCapital, entrevistam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso há mais de 500 dias na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba."

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

"CAPOEIRA ANGOLA - A Liberdade do Corpo"




Via Capoeira Antifascista - perfil Face

Este filme "CAPOEIRA ANGOLA - A Liberdade do Corpo" de 1996 mostra o início das pesquisas entre a prática da Soma e a Capoeira Angola.

Aqui, Roberto Freire nos mostra como a Capoeira sempre foi e ainda é um instrumento de luta contra o autoritarismo da escravidão branca, e levanta uma série de convergência da prática com o ANARQUISMO.

Roberto Freire é um anarquista, psicanálista brasileiro, que buscou a partir da obra de Wilhelm Reich uma forma de terapia que fortalecesse as pessoas CONTRA a desumanização do capitalismo e o fascismo da ditadura militar.

Criando assim a Somaterapia, uma terapia anarquista que busca fortalecer mental, física e emocionalmente seus praticantes para lutar em todas esferas da Vida. Ao contrário das linhas Freudianas de psicanálise (que buscam ajustar o individuo na sociedade perversa) Roberto Freire propunha uma terapia que estimulasse a visão critica e o enfrentamento das questões sociais na sua vida cotidiana.

A Capoeira angola faz parte do processo terapêutico-pedagógico da Somaterapia como exercício bioenergético. Os movimentos de ataque e defesa agem sobre o corpo, produzindo uma distribuição da energia vital.
Formada a partir de um vasto mosaico de povos da diáspora africana, onde o negro se utilizou seu corpo como veículo de resistência, libertação e subversão diante de realidades duras, típicas da escravidão.

Agora, junto às análises e às práticas anarquistas, nos interessa pensar seu uso no presente, capaz de auxiliar nos processos de enfrentamento e disposição de luta para a construção de vidas livres.

Viva longa à Capoeira Angola!
Viva longa ao Anarquismo!

Bolsonaro fala em reeleição, ataca instituições buscando blindagem e torna Moro um zumbi

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Tudo tem un final, solo la salsicha tiene dos

Sebastião Pinheiro*

Recién llegado de México donde trabajé duro durante dos meses recebí una represión grotesca por haber repasado un e-mail diretamente, cuando el interado deseaba solamente tener aquel contacto. Alegó contenido confidencial.

Mucho del autoritarismo y corrupción de la dictadura perdura en maniobras de poder mundano, pero yo tengo mis antigenos y anticuerpos listo para fagocitarlos. Tomé mi decisión en apenas algunos minutos y liberé mi conciencia para cosas más importantes que limpiar suciedades burgesas del convivio neo~urbanóide, pues la lucha acirra y acirra con odio y amenazas de hordas de fanáticos que se creen religiosos y quieren imponer el oportunismo de callejeros “creyentes” seren pastores alemanes.

Pasé la mañana leyendo la biografia de Ernst Rohm creador de un partido político en Alemania de Weimar DAP y que servió a Hitler con sus hordas hasta ser justiciado junto a muchos de sus pares en la “Kolibri” or “Nacht der langer messer” (foto).



Donde mediocridades imperan todo es copia de lo peor del peor que ha pasado. Por lo que todos deben estar listos por las provocaciones, intimidaciones y agresiones que empiezan a dejar las palabras y ganar acción. La “kolibri” entre nosotros quedará para la historia con un apodo parecido a “tumba basura” (vira-lata), habito de los perros callejeros en busqueda de comida. Fue eso que yo aprendí con la lectura de “Die Sonne geht an keinem Dorf vorüber, de Johannes Okoro, muy lejano del macabro “Pare de Sufrir” que ahora recibieron la seña para actuar entre los hermanos vecinos…

Cuando un joven estudiante o recién graduado te busca y pregunta algo crea una vinculación respectuosa y responsable y te determina elaborar una respuesta solida y profunda, por ser una cuestión de formación tal vez unica en que puedas compartir. - Ayer un joven me preguntó sonriendo sobre el ácido férrico. Mi carcajada fue equalizada por la dél. Mi fórmula cantada:

“H2Fe04”, lo puso casi llorando de tanto reir.


Seguro él ya había leído más de la mitad de Agroecología 7.0 comenté que él “ácido férrico” es formado en el agua rica en hierro y microorganismos y puede precipitarse directamente de soluciones acuosas oxigenadas ricas en hierro, o por bacterias, ya sea como resultado de una actividad metabólica o sorción pasiva de hierro disuelto seguido de reacciones de nucleación y recibe el nombre de Ferrihidrita. También ocurre en el núcleo de la proteína ferritina de muchos organismos vivos, con el propósito de almacenar el hierro intracelular, cual será la razón de eso. El crecimiento los numeros sobre esa enfermedad dicen estar relacionado a la obesidad (obsogeno).

¿Será una respuesta evolutiva a lo de los sideroforos para los acidos icosanóicos y otros en los Factores de Necrosis Beta en el proceso inflamatorio?

Su alta capacidad para adsorber muchas especies químicas ambientalmente importantes, incluyendo arsénico, plomo, fosfato y moléculas orgánicas (por ejemplo, ácidos húmicos y fúlvicos). Su interacción fuerte y extensa con metales traza y metaloides se utiliza en la industria, a gran escala en plantas de purificación de agua, como en el norte de Alemania y para producir el agua de la ciudad en Hiroshima, y en pequeña escala para limpiar aguas residuales y subterráneas, por ejemplo para eliminar el arsénico de los efluentes industriales y el agua potable. Su nanoporosidad y su alta afinidad por el oro se pueden utilizar para elaborar partículas de Oro nanométricas con soporte de Ferrihidrina para la oxidación catalítica de CO a temperaturas inferiores a 0 ° C.



En medio reductor los microorganismos forman filmes de Fougorita verdosa que desaparece en presencia de Oxígeno importante en las remediaciones…

Él entonces preguntó sobre el Ormus, también llamado ORME (Elementos monoatómicos reordenados orbitalmente) y materiales en estado M, que propalan que exhiben muchas propiedades milagrosas, como poderes curativos y superconductividad a temperatura ambiente. Es preparado con una solución de Sosa Caustica en agua del mar y forma un precipitado gelatinoso blanco parecido a gel de Silicio es supuestamente el material del que está hecho la fuerza vital o "esencia de la vida" con propiedades fantásticas. Yo no temo, no creo, no dudo. Sigo mis ojos indígena, cérebro alquimista y corazón cimarrón.

La canción alemana dice: “Alles hat ein Ende nur die Wurst hat zwei” (Tudo tem un final, solo la salsicha tiene dos). La ciencia de siempre fue y es como la salsicha tiene multiplos fines, luego hay que saber para qué, quién y por qué opera. Imperfecto, lo hago y callo o hablo, es mi ética y compromiso ancestral nada esotéricas.

No hablé de las flores: Si les gustan tanto Coronel Torturador, Adido de Embajada, entonces por qué no lo promueven post-morten a Mariscal de Ejército. Me parece que quedará bien al lado de Rohm y muchos otros.

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Engenheiro agrônomo, ambientalista e escritor


domingo, 4 de agosto de 2019

Dos genes da $oma e seus representantes


Via Sebastião  Pinheiro**





La IUCN, una amplia red global de instituciones relacionadas con la conservación de la naturaleza, publicó en mayo de este año un informe sobre biología sintética, en el cual se defienden los impulsores genéticos ( gene drives), una forma de ingeniería genética para causar la extinción intencional de especies enteras. Según el reporte 2019 del panel Ipbes, de Naciones Unidas, un millón de especies están en peligro de extinción, lo que convierte este informe de IUCN en una cínica paradoja. La explicación es que los promotores de la tecnología de extinción asaltaron el grupo que elaboró el informe.

Los impulsores genéticos son una tecnología para hacer organismos transgénicos, que buscan garantizar que los genes manipulados pasen a 100 por ciento de la descendencia, heredando así los genes alterados a toda una población o incluso a toda una especie. Por ejemplo, se quiere usar para que sólo nazcan machos de una especie para provocar su extinción. (https://tinyurl.com/y2lgbu27) Además de que Bayer-Monsanto, DuPont y otras empresas planean su uso en agricultura (para extinguir hierbas o insectos que según las empresas son dañinos al cultivo), sería la primera vez que se liberen intencionalmente organismos transgénicos a la naturaleza, agresivamente dominantes, para manipular genéticamente especies silvestres. Es también considerada un arma biológica y el principal financiador de esta tecnología es el ejército de Estados Unidos. (https://tinyurl.com/y59fkl7c)

El Congreso de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (IUCN, por sus siglas en inglés) adoptó en 2016 la resolución 086, que exhorta a la dirección del organismo a realizar un informe sobre los impactos en la conservación y la naturaleza de la biología sintética y, en especial, de la controvertida técnica de los impulsores genéticos, absteniéndose de defender o apoyar esta tecnología o de refrendar su investigación o experimentos en campo.

El mismo año, 30 personalidades globales en ecología y conservación y varias organizaciones científicas alertaron de las graves consecuencias que podrían tener los impulsores genéticos, llamando a detener su uso. 170 organizaciones internacionales demandaron al Convenio de Diversidad Biológica establecer una moratoria sobre cualquier liberación a campo. En 2018, 250 organizaciones y tres relatores especiales de Naciones Unidas exhortaron nuevamente a FAO y CDB a detener la experimentación y liberación de esta tecnología en la naturaleza o en agricultura por sus altos riesgos.

No obstante, este informe de la IUCN, llamado Fronteras genéticas para la conservación, plantea el uso de la biología sintética a campo abierto; por ejemplo, crear árboles transgénicos para forestación o revivir mamuts, además de promover el uso de impulsores genéticos para eliminar especies, como ratones, mosquitos y otras.

El informe, lejos de ser científico y objetivo, es producto de un grupo gravemente sesgado. Incluso, de miembros con interés comercial en la tecnología.

Según un análisis detallado del Grupo ETC, de 40 miembros del grupo de elaboración 22 tienen posiciones declaradas a favor de la tecnología y/o graves conflictos de interés. La IUCN no incluyó investigadores u organizaciones de la sociedad civil con posiciones críticas a la tecnología, algo que le requiere su decisión 086. (https://tinyurl.com/yxvbq8ev)

Tres instituciones que trabajan para avanzar y liberar impulsores genéticos, Target Malaria, Revive and Restore y el proyecto Gbird (sigla en inglés del projecto Biocontrol Genético de Roedores Invasores), financiadas por Bill Gates y/o el ejército de Estados Unidos, lograron meter 15 miembros asociados o empleados por ellas en el grupo de elaboración del informe de IUCN. En el grupo de redacción, el sesgo es peor: de 14 autores, 11 participan en las tres instituciones mencionadas y/o en investigación y promoción de la biología sintética e impulsores genéticos.

Uno de los miembros más parciales es el propio presidente del informe, Kent Redford, conocido defensor de las tecnologías que debían ser evaluadas. Desde 2012 ha citado a varios eventos para promover el uso de biología sintética en conservación. Tiene una empresa de consultoría privada que ha trabajado para la trasnacional de transgénicos DuPont y para Revive and Restore. Es miembro del comité de ética de Target Malaria.

En lugar de abrir un llamado transparente para integrar diversas voces y perspectivas en la elaboración del informe, tal como mandata la decisión 086, la IUCN designó a Kent Redford como presidente, quien integró a otros miembros con sus mismos intereses. De los 40 miembros, sólo siete son del Sur global y apenas uno es indígena, pese a que la IUCN tiene seis resoluciones que refieren que los pueblos indígenas deben participar en los procesos de elaboración y toma de decisiones. Además, que este tema afecta directamente sus hábitats y territorios.

Este sesgado informe debe quedar como lo que es: un folleto de propaganda de la biología sintética y los impulsores genéticos. La IUCN debe rechazarlo como base para la discusión y retomar la decisión 086, designando un grupo que elabore un informe que integre las perspectivas críticas y basadas en el principio de precaución, así como el respeto a la naturaleza y los pueblos indígenas.
La Jornada, CDMX, México
* Silvia Ribeiro
Investigadora del Grupo ET
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Engenheiro agrônomo, escritor e ambientalista


Sobre máscaras na infância e sua permanência




Nesses tempos turbulentos que o Brasil atravessa, e que afeta as pessoas individual e coletivamente, a gente se pega em fugas constantes; a infância, claro, é uma delas, permanente. E assim, em uma volta de ônibus para casa, eis que me deparo com esses dois vendedores de algodão doce com máscaras de papel de brinde, que me remete à infância. À um tempo em que o medo era motivo para se assustar, admirar e descobrir. E que escondia uma magia ainda não decifrada. Acho que é esse restinho de magia que há, como uma sementinha que não morre na gente, que nos mantém vivos, no sentido mais profundo.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

sobre autoritarismos, mitos e outras falsas verdades no País dos vazamentos

da discriminação como lei e ideologia em tempos de Bozo e Cia. "Na contramão do senso comum, especialistas apontam que as mães são mais produtivas e flexíveis, porque as atividades neurais, ligadas à criatividade, aumentam durante a gestação. Além disso, o hábito de acumular duplas jornadas as deixam com maior capacidade de otimizar o tempo — tornam a vida das mulheres mais fácil no mercado de trabalho. Ainda assim, persiste o pensamento de que o empregador não suportará o tempo de afastamento, sem preencher aquela necessária vaga. Fora isso, há o temor de que o período em que fica com a criança a deixará desatualizada em relação à tecnologia, que avança rápido."

Metade das mulheres grávidas são demitidas na volta da licença-maternidade
Muitas se deparam com demissão e dificuldade em voltar para o mercado. Empregadores focam nas perdas que terão com as futuras mães

Matéria completa do Correio Braziliense aqui.

Foto: Correio Braziliente


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reconhecendo a própria incompetência para alcançar a qualidade superior da imprensa alternativa e estrangeira, o q faz a imprensa corporativa nativa, unha e carne com o poder oficial conveniente com seus negócios? melhora seus meios e conteúdos? não, persegue e tenta censurar a concorrência. Essa é a tal Liberdade de expressão do capitalismo tupiniquim brasileiro, tão reclamada pelo PIG e pelos fóruns empresariais, em que só o dinheiro deve falar e o Jornalismo não tem vez.

ANJ quer tornar ilegal a atuação da BBC, do El País e do The Intercept no país
Para coordenadora do coletivo Intervozes, a ação aberta no STF pode significar o cerceamento do acesso à informação

Matéria completa do Brasil de Fato aqui



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De um grande poeta, sobre um grande líder.



Ferreira Gullar

I

Na quebrada do Yuro

eram 13,30 horas

(em São Paulo

era mais tarde; em Paris anoitecera;

na Ásia o sono era seda)

Na quebrada do rio Yuro

a claridade da hora

mostrava seu fundo escuro:

as águas limpas batiam

sem passado e sem futuro.

Estalo de mato, pio

de ave, brisa nas folhas

era silêncio o barulho

a paisagem

(que se move)

está imóvel, se move

dentro de si

(igual que uma máquina de lavar

lavando sob o céu boliviano, a paisagem

com suas polias e correntes de ar)

Na quebrada do Yuro

não era hora nenhuma

só pedras e águas

II

Não era hora nenhuma

até que um tiro

explode em pássaros

e animais até que passos

vozes na água rosto nas folhas

peito ofegando a clorofila

penetra o sangue humano

e a história se move a paisagem

como um trem começa a andar

Na quebrada do Yuro eram 13,30 horas

III

Ernesto Che Guevara

teu fim está perto

não basta estar certo

para vencer a batalha

Ernesto Che Guevara

Entrega-te à prisão

não basta ter razão

pra não morrer de bala

Ernesto Che Guevara

não estejas iludido

a bala entra em teu corpo

como em qualquer bandido

Ernesto Che Guevara

por que lutas ainda?

a batalha está finda

antes que o dia acabe

Ernesto Che Guevara

é chegada a tua hora

e o povo ignora

se por ele lutavas

IV

Correm as águas do Yuro, o tiroteio agora

é mais intenso, o inimigo avança

e fecha o cerco.

Os guerrilheiros

em pequenos grupos divididos

aguentam a luta, protegem a retirada

dos companheiros feridos.

No alto,

grandes massas de nuvens se deslocam lentamente

sobrevoando países

em direção ao Pacífico, de cabeleira azul.

Uma greve em Santiago. Chove

na Jamaica. Em Buenos Aires há sol

nas alamedas arborizadas, um general maquina um golpe.

Uma família festeja bodas de prata num trem que se aproxima

de Montevidéu. À beira da estrada

muge um boi da Swift. A Bolsa

no Rio fecha em alta ou baixa.

Inti Peredo, Benigno, Urbano, Eustáquio, Ñato

castigam o avanço dos rangers .

Urbano tomba, Eustáquio

Che Guevara sustenta

o fogo, uma rajada o atinge, atira ainda, solve-se-lhe

o joelho, no espanto

os companheiros voltam

para apanhá-lo. É tarde. Fogem.

A noite veloz se fecha sobre o rosto dos mortos.

V

Não está morto, só ferido

Num helicóptero iangue

é levado para Higuera

onde a morte o espera

Não morrerá das feridas

ganhas no combate

mas de mão assassina

que o abate

Não morrerá das feridas

ganhas a céu aberto

mas de um golpe escondido

ao nascer do dia

Assim o levam pra morte

(sujo de terra e de sangue)

subjugado no bojo

de um helicóptero ianque

É seu último voo

sobre a América Latina

sob o fulgir das estrelas

que nada sabem dos homens

que nada sabem do sonho,

da esperança, da alegria,

da luta surda do homem

pela flor da cada dia

É seu último voo

sobre a choupana de homens

que não sabem o que se passa

naquela noite de outubro

quem passa sobre seu teto

dentro daquele barulho

quem é levado pra morte

naquela noite noturna

VI

A noite é mais veloz nos trópicos

(com seus na vertigem das folhas na explosão

monturos) das águas sujas

surdas

nos pantanais

é mais veloz sob a pele da treva, na

conspiração de azuis

e vermelhos pulsando

como vaginas frutas bocas

vegetais (confundidos com sonhos)

ou um ramo florido feito um relâmpago

parado sobre uma cisterna d´água

no escuro

É mais funda

a noite no sono

do homem na sua carne

de coca e de fome

e dentro do pote uma caneca

de lata velha de ervilha

da Armour Company

A noite é mais veloz nos trópicos

com seus monturos

e cassinos de jogos

entre as pernas das putas

o assalto a mão armada

aberta em sangue a vida.

É mais veloz (e mais demorada)

nos cárceres

a noite latino-americana

entre interrogatórios

e torturas (lá fora as violetas)

e mais violenta (a noite)

na cona da ditadura

Sob a pele da treva, os frutos

crescem

conspira o açúcar

(de boca para baixo) debaixo

das pedras, debaixo

da palavra escrita no muro

ABAIX

e inacabada Ó Tlalhuicole

as vozes soterradas da platina

Das plumas que ondularam já não resta

mais que a lembrança

no vento

Mas é o dia (com seus monturos)

pulsando dentro do chão

como um pulso

apesar da South American Gold and Platinum

é a língua do dia

no azinhavre

Golpeábamos en tanto los muros de adobe

y era nuestra herencia una red de agujeros

é a língua do homem

sob a noite

no leprosário de San Pablo

nas ruínas de Tiahuanaco

nas galerias de chumbo e silicose

da Cerro de Pasço Corporation

Hemos comido grama salitrosa

piedras de adobe lagartijas ratones

tierra en polvo y gusanos

até que

(de dentro dos monturos) irrompa

com seu bastão turquesa

VII

Súbito vimos ao mundo

E nos chamamos Ernesto

Súbito vimos ao mundo

e estamos

na América Latina

Mas a vida onde está

nos perguntamos

Nas tavernas?

nas eternas tardes tardas?

nas favelas

onde a história fede a merda?

no cinema?

na fêmea caverna de sonhos

e de urina?

ou na ingrata

faina do poema?

(a vida

que se esvai

no estuário do Prata)

Serei cantor

serei poeta?

Responde o cobre (da Anaconda Copper):

Serás assaltante

E proxeneta

Policial jagunço alcagueta

Serei pederasta e homicida?

serei o viciado?

Responde o ferro (da Bethlehem Steel):

Serás ministro de Estado

e suicida

Serei dentista

talvez quem sabe oftalmologista?

Otorrinolaringologista?

Responde a bauxita (da Kaiser Aluminium):

serás médico aborteiro

que dá mais dinheiro

Serei um merda

quero ser um merda

Quero de fato viver.

Mas onde está essa imunda

vida – mesmo que imunda?

No hospício?

num santo

ofício?

no orifício da bunda?

Devo mudar o mundo,

a República? A vida

terei de plantá-la

como um estandarte

em praça pública?

VIII

A vida muda como a cor dos frutos

lentamente

e para sempre

A vida muda como a flor em fruto

velozmente

A vida muda como a água em folhas

o sonho em luz elétrica

a rosa desembrulha do carbono

o pássaro da boca

mas

quando for tempo

E é tempo todo o tempo

mas

não basta um século para fazer a pétala

que um só minuto faz

ou não

mas

a vida muda

a vida muda o morto em multidão.



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a Lava-Jato seria uma grande e salutar iniciativa, senão tivesse sido viceralmente contaminada pelo toguismo, pela aporofobia e pela venenosa mistura de poderes oficiais com interesses da imprensa grande e de líderes de partidos eleitoralmente derrotados nas urnas [traidores de leis por eles mesmo criadas], que tão nociva tem sido ao País.

[texto e foto do Face, de Samuel Ribeiro dos Santos Neto]


Eu apertaria o gatilho.

Meu pai foi demitido em 1998. Pouco tempo depois, minha mãe, costureira, abriu uma lojinha de roupas na frente de casa. Ela cuidava da casa, cuidava de mim, pagava as contas, pensava em tudo. Costurava, tirava medidas, atendia, comprava tecidos, cortava peças até altas horas.

Meu pai nunca mais trabalhou. Ajudou minha mãe com as burocracias para abrir empresa, fez o que pôde. A depressão bateu - eu cresci com um pai deprimido, talvez isso explique muita coisa - e o casamento não ia mais tão bem. Desde jovem meu pai bebia, mas aí começou a beber mais.

Meu pai, o Carlos, começou a ficar o dia todo no bar. Era feliz ali, entre garrafas e amigos. Deixa eu explicar uma coisa: o Carlos tinha um cargo de gerência numa empresa que fazia garrafas PET. "Numa" empresa não, "na" empresa. Foi a empresa que trouxe o modelo PET para o Brasil. Meu pai era um homem inteligente, cheiroso, culto, viajou o mundo a trabalho. Me apresentou os Beatles.

Eu lembro dos perfumes que meu pai usava. Do bigode e das jaquetas de frio. Dos dentes tortos, do barulho que fazia almoçando, dos olhos meio verdes meio mel, do cheiro de pimenta no prato. Lembro de ganhar chiclete quando ele chegava, e de catar moedas no vão da poltrona onde ele sentava para tirar o sapato. Da mancha vermelha e quadrada no peito, do cenho sisudo.

A fábrica de garrafa foi à merda. O empresário, de uma das famílias mais ricas do estado de São Paulo, devia rios à previdência. Fez descontos indevidos na folha dos empregados. O Carlos, já perto dos cinquenta, saiu de lá com valores a receber. Perdeu o emprego no fim dos anos 1990, quase velho, esperando o patrão acertar o que devia. O Carlos e mais a torcida do Flamengo. Processo coletivo.

Volta a fita. Meu pai começou a quase morar no bar e virou uma chaminé de cigarros Free. Cresci na fumaça e vi o pai adoecer. Só quem teve parente com câncer sabe o que eu digo aqui. Quimioterapia, careca, cansado, apetite, náusea, pacote completo. Pulmão fodido, pigarro, noites sem dormir. Antes da loja da mãe engatar, dívida no banco, banco ligando, pressão daqui, pressão de cá, mais depressão.

Para de fumar, Carlos. Não dá.

Meu pai morreu antes de morrer. Primeiro cadeira de rodas, sem oxigenação para conseguir ficar em pé. Depois a parada respiratória, já amarelo. Eu tenho uma dor profunda de não ter conversado mais com ele. A última interação que tive com meu pai foi levar um copo de suco de pêssego, rejeitado pela náusea. "Obrigado". Última palavra. Hospital, interna, coma, morre. Minha mãe viu, eu não. 2004.

Depois o velório, o primeiro sério da minha vida. Pai pálido, florzinha, caralho a quatro. Mordi a língua e não chorei. A tia veio: "nessas horas, até pedra chora". E ali mesmo virei pedra, porque sim, porque é o que deu pra fazer, porque não dá pra exigir nada diferente de quem tá começando a vida. Nos anos seguintes, sabem quantas vezes eu quis abrir a cabeça de pessoas que pediram pra eu me abrir mais? Fui fazer terapia só aos vinte e quatro. Ainda me abro pouco.

Volta pra fábrica de PET. O processo trabalhista se arrastou. A justiça vendeu bens do empresário, e isso demora pra tramitar. Vai pra lá, vem pra cá, juiz libera, advogada pede isso, pede aquilo. Visualiza: o empresário é um velho, playboy, ricaço, mansão em outro país, fazenda, quadro caro na parede, amigo da família Marinho. Ainda tá vivo.

Nós, a família - eu, meu irmão, minha irmã, minha mãe - recebemos o dinheiro agora. Em 2019. Quinze anos depois do meu pai morrer. Vinte e um anos depois dele perder o emprego. O apelido do empresário era "o senhor das festas", sabia? Vinha até atriz. Vinha primo do Collor. Eu acho que teve festas mais caras que o valor devido ao meu pai.

Fico me perguntando o que teria sido do Carlos se tivesse recebido o dinheiro antes de ficar doente.

Justiça trabalhista.

Eu lembro que meu pai tinha um revólver e chegou a pensar em suicídio. Lembro dele contando para alguém que pensou em se jogar na frente de um caminhão.

Consciência de classe.

Eu sou filho de um homem, de um trabalhador especializado, de um humilhado pelo neoliberalismo, de um perseguido pelos bancos. E de uma mulher, cansada, moída, que destruiu a coluna ao longo de anos na máquina de costura, que nunca deixou faltar nada. Eu li, comi, comprei, estudei.

Eu sou filho do SUS e da escola pública.

E filho dos livros e dos sonhos que meu irmão contou.

Cresci pedra, mas querendo um mundo melhor e sem injustiça. Pelo patrão do meu pai, nenhum pingo de empatia. Um octagenário milionário que fez e faz do mundo um lugar pior. Eu apertaria o gatilho. Eu abriria o cadafalso. A morte dos canalhas, o ódio aos canalhas, a História.

Recebi a minha parte, que não é muito, com crise de choro e raiva. O pior dinheiro da minha vida. O preço da adega do Sr. Gilberto, menos. Talvez o que ele gasta em restaurantes. Vinte e um anos. Vinte e um. Vinte e um. Classe.

Carlos Ribeiro dos Santos, nascido a 15 de dezembro de 1949, ex-tenente do Exército Brasileiro, técnico em Química, formado em Administração de Empresas, fã dos Beatles, pai do Samuel, da Márcia e do Bruno. Descansou em outubro de 2004, sem ar.

O ódio aos canalhas. Sempre.

O amor aos nossos. Nunca esquecer.



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a Lava-Jato seria uma grande e salutar iniciativa, senão tivesse sido viceralmente contaminada pelo toguismo, pela aporofobia e pela venenosa mistura de poderes oficiais com interesses da imprensa grande e de líderes de partidos eleitoralmente derrotados nas urnas [traidores de leis por eles mesmo criadas], que tão nociva tem sido ao País.

Glenn Greenwald: Eu apoio a Lava Jato, mas o poder corrompeu Moro

Foto e Texto Carta capital

O jornalista Glenn Greenwald, editor-chefe do site The Intercept Brasil, responsável pelos vazamentos das conversas entre Sergio Moro e Dallagnol, esteve nesta quinta-feira 13 no Programa Pânico, da rádio Jovem Pan. O americano disse que sempre defendeu a operação Lava Jato, mas acredita que os procuradores e o ex-juiz se perderam pelo excesso de poder. “Moro não pode passar dos limites pelo fim da corrupção, ele precisa ter responsabilidade”, disse.

Matéria completa C.C aqui.



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dos MiNtos q nossa Mídia fabrica para alimentar nossa secular fome paternalista/vassala.




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Pilhas d abusos e truculências confirmam: Militarismo e Democracia: incompatíveis.



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Greve é Direito, não é crime - como classifica o governo opressor e autoritário do PsdB de EduardoLeite/AécioNeves/JoãoDoria/TassoJereirssat/ArthurVirgílio/ReinaldoAzambuja

“Estamos agora na Segunda Delegacia de Polícia, acompanhando e prestando solidariedade aos mais de 50 companheiros que foram detidos hoje de manhã, em ação totalmente truculenta da Polícia Militar de Eduardo Leite, durante a repressão às manifestações que ocorriam nas garagens de ônibus de Porto Alegre.
Além das prisões, manifestantes foram feridos por balas de borracha e estilhaços.

Essa é a resposta dos governos para quem luta e não aceita a retirada de direitos.

O dia de mobilização segue.
Não nos intimidamos e não recuamos na luta pelo direito do povo se aposentar, pelo direito ao emprego e a educação!”

Karen Santos, ver. PSOL, p.Alegre, RS, Brasil

Confira gravação aqui.